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O que há de estranho em mim - Gayle Forman




Ao internar a filha numa clínica, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Aos 16 anos, ela se vê diante de um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade. Sem saber em quem confiar e determinada a não cooperar com os conselheiros, Brit se isola. Mas não fica sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em meio ao deserto de opressão.  Juntas, as cinco amigas vão em busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as enlouquece.

"O que há de estranho em mim" foi escrito por Gayle Forman, traduzido por Marcelo Mendes e publicado no Brasil em 2016 pela Editora Arqueiro. A obra possui 224 páginas divididas em 28 capítulos. A diagramação está amigável, com páginas amareladas, bom espaçamento e letras de bom tamanho.

Nesse livro conhecemos Brit, uma jovem de 16 anos que possui cabelos coloridos e é integrante de uma banda chamada Clod. A mãe de Brit possui esquizofrenia e sumiu do mapa ainda quando ela era criança. Algum tempo após o ocorrido, o pai da jovem se casou novamente e, desde então, Brit mantém confrontos diários com a madrasta, pois não gosta dela e tem certeza que a recíproca também é verdadeira.



Certo dia, a família sai para realizar uma viagem ao Grand Canyon. Brit entra no carro relutante, pois detesta estar no mesmo ambiente da madrasta, e logo percebe que nem ela e nem seu irmão não estão no carro. Seguiram a viagem normalmente até que Brit foi sequestrada e levada para um local desconhecido.

A verdade é que não era um sequestro real e sim dois brutamontes que foram buscá-la a serviço de seu pai, que a internou numa clínica  chamada Red Rock para reabilitá-la, já que a garota foge dos padrões comportamentais.

Ao internar a filha na Red Rock, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Lá eles usam  um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade. 

Desconsolada e sem saber em quem confiar, Brit se isola. Mas não fica sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em meio ao deserto de opressão.  

Juntas, as cinco amigas vão em busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as enlouquece.


Esse foi meu primeiro contato com a escrita de Gayle Forman. Preciso dizer que sempre tive curiosidade a respeito da autora e suas obras, mas nenhum livro escrito por ela me cativou a ponto de me fazer realizar a leitura.

Logo que vi a premissa de O que há de estranho em mim percebi que seria uma ótima oportunidade para sanar minha curiosidade. Afinal, a trama me agradou e a capa é muito linda, não é mesmo?! Resolvi, então, solicitar em parceria com a Editora.

Forman possui uma escrita leve que faz com que a leitura seja fluída. Além disso, a narrativa é bem instigante. O tempo todo há aventuras e teorias a serem exploradas! Achei a obra super bem escrita. A autora desenvolveu com maestria todos os quesitos que julgo imprescindíveis em uma obra: bons personagens, romance na medida certa, ação e capacidade de prender o leitor, dentre outros itens.



Eu não poderia deixar de citar que Forman trata de questões sérias como a esquizofrenia, bullying e desprezo com muita leveza. É possível inferir reflexões muito interessantes a partir da leitura.

Recomendo a obra a todos que curtem um livro leve, mas com muito conteúdo! Além disso, a obra é super divertida. Então, recomendo a todos que gostam de uma boa aventura. Dá para ler o livro tranquilamente em um dia, então, não perca tempo e leia essa belezura! <3