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Primeiras impressões: Aníur - Esther Moratto


Aníur – A Ruína Está Próxima...
Editora: Young
Autor: Esther Moratto
ISBN:9788556950017
Ano:2016
Páginas:219
Idioma: Potuguês

Sinopse:Jake e Meg são jovens recém-casados e teriam um belo futuro pela frente. Mas não contavam com uma grande catástrofe, que poderia acabar com suas vidas. Um terremoto abalou a cidade em que vivem e uma doença misteriosa surgiu logo após o incidente. Será que isso seria o fim do mundo? Descubra nesta história agonizante, que te prenderá do começo ao fim.



Aníur – A Ruína Está Próxima, é o primeiro livro que vou resenhar em parceria com a Editora Young. Na verdade, não será uma resenha, e sim, a primeira impressão que tenho sobre o livro tendo acesso a apenas alguns capítulos, cinco deles, para ser mais exata.

A capa do livro traz um homem e uma mulher que representam o casal – Jake e Meg- que narram a estória do livro, pelo menos os primeiros capítulos. A letra que traz o nome do livro (Anuír) é toda curvada, achei bem bonito. E a lateral do livro, ainda na capa, tem um detalhe.

A Editora Young me mandou o livro no formato digital, o formato padrão das letras é pequeno, mas como é possível aumentar o tamanho das mesmas a leitura ficou tranquila. Caso contrário, estas estariam pequenas demais o que tornaria a leitura desconfortável. E alguns diálogos estão em negrito, outros não, outros começam em negrito e ficam normais em seguida, não entendi a razão disso.

A divisão de capítulo é feita pela imagem do casal.  Quando é a Meg que vai contar aquela parte da estória é a imagem dela que aparece no início do capítulo, quando é o Jake a imagem é dele. 

Achei interessante esse tipo de divisão, pois na estória eles estão separados durante o terremoto, Meg está na cidade que foi atingida e Jake está dentro do avião retornado pra casa. 

A partir daí ele busca a sua amada e ela faz de tudo para sobreviver e retornar aos braços de seu marido. Mas em meio à catástrofe coisas estranhas começam a acontecer com as pessoas que foram atingidas pelo terremoto.

O mesmo desenho da lateral da capa do livro está presente na lateral da divisão dos capítulos. Um desenho pequenino que parece uma rosa quebra os capítulos, bem bonitinho. O primeiro capitulo traz um flashback que explica como começou a união dos personagens principais. Mais pra frente à autora explica a felicidade do casamento nas pequenas coisas.

A única crítica que tenho sobre o livro nessa primeira impressão é a utilização da expressão pãe, onde a escritora tenta agregar o valor de papeis diferentes a uma só pessoa (pai e mãe), o pai da personagem Meg.

Fica claro desde o começo do livro que ele não se importa nem um pouco com a filha e só depois da morte da sua esposa começou a cuidar e ter tempo para ela. Pode-se observar que antes do falecimento de sua amada, o pai não estava realizando o seu papel, mas depois da morte da mãe de Meg começou a desenvolvê-lo, isso o tornou pai e não pai e mãe como é descrito.

Tive uma boa primeira impressão do livro, gostaria de descobrir se os personagens não vão ter intenção alguma de realizar boas ações no decorrer da estória. 

As boas intenções têm sido a ruína do mundo. As únicas pessoas que realizam qualquer coisa foram as que não tiveram intenção alguma.” 

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