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Resenha: Terras Metálicas - Renato C. Nonato


TERRAS METÁLICAS
Autor: Renato Nonato
Editora: Novo Século
Ano: 2012
Páginas: 615

Sinopse: Depois da destruição total do Planeta Terra causada por uma guerra nuclear que impossibilita a vida na Terra, os habitantes se mudam para à Esfera. Essa redoma de aço que mantem a vida artificial a gerações, mas algo sai do controle de todos. E a questão é: as pessoas têm direito à paz até que a paz não possa mais ser mantida ou as pessoas têm direito de saber? Mas alguns tentaram encontrar uma saída para o problema de todos.


Terras Metálicas foi publicado pela editora Novo Século, em 2012, são 615 páginas divididas em 43 capítulos, escritos em números romanos. O livro foi cedido ao blog em parceria com o autor.

A edição possui páginas amareladas, com um tamanho bom para a leitura. Tem vocabulários fáceis e possui parágrafos curtos. O livro possui prólogo. As letras tem um tamanho bom para a leitura e as páginas são amareladas.

O autor Renato Nonato, escritor brasileiro, nos traz um livro de ficção fantástica, com muitas aventuras, muitas mesmo, com os acontecimentos do final do livro, dá para fazer outra obra.

Os habitantes da Esfera não sabem o que aconteceu com os seus antecessores para ter havido uma guerra que devastou o Planeta e que quase levou a extinção da raça humana, dessa maneira não podem evitar que o mesmo aconteça de novo.

Esta estória se passa em um ano, e nos mostra como as coisas mudam em um curto espaço de tempo, e o que antes era inimaginável que fosse acontecer agora é o sentimento mais desejado e a única saída para se ter um futuro.

As 615 páginas nos mostram que as ideias devem ser plantadas nas crianças para colhê-las quando adultos, mas nem todos concordam, pois uma sociedade perfeita não pode nascer das mesmas pessoas que destruíram o seu antigo lar, tornando esse conceito utópico. E que nem sempre a justiça é justa.

Há uma divisão de castas no livro, mas o autor não se aprofunda e isso parece não incomodar as pessoas. Achei uma pena, pois seria uma boa discussão e talvez desse uma incrementada na estória.

Gostei do livro, mas acho que o autor podia ter se aprofundado em alguns assuntos, não só sobre a divisão de castas, mas também sobre a preservação do Planeta Terra. Quem sabe esses assuntos não sejam tratados em um segundo volume, que eu creio que mereça.



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