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Resenha: Seraf e os Artefatos Místicos – Gabriel Edgar


SERAF E OS ARTEFATOS MÍSTICOS
Autor: Gabriel Edgar
Páginas: 144
Editora: Giostri
Sinopse: Há muitos anos atrás, em um lugar conhecido com Terra Próspera, ocorria uma guerra tão sangrenta como nunca vista antes. De lados opostos guerreavam o rei Mark e Spardian, o insurgente. Vencido, exilou-se para não ser morto, esperando e maquinando o momento certo para atacar em uma nova conspiração contra o Rei. Mas tudo pode tomar rumos incertos por causa de um rapaz: seu nome é Seraf. Ele é um rapaz obstinado e corajoso que perdeu a mãe muito cedo, por isso viveu apenas com o pai, com quem tinha uma boa relação. Quando completa 15 anos chega o momento em que Seraf deve escolher qual caminho seguirá em sua vida, e sua opção, claro, é a de ser um Monge Guerreiro. Para tanto, será treinado na arte da guerra e aprenderá a defender a si e as pessoas a quem ama, tornando seu corpo uma arma, e sua mente um escudo.

A história é narrada em primeira pessoa por Seraf, um jovem de 15 anos, órfão de mãe e criado pelo pai. Numa noite escutam um grito e quando vão investigar descobrem um corpo e junto dele um bilhete. Antes de mais nada, Seraf tem que fazer uma escolha. Ao chegar na idade de 15 anos, é dado a escolha entre se tornar aprendiz de ferreiro, de cavaleiro e de monge. Seraf escolhe se tornar aprendiz de monge.

Num primeiro momento achei estranho alguém querer ser monge, mas o monge é como um guerreiro com habilidades mágicas e é bem legal, na minha opinião.

A partir de então ele passa por um teste e começa a ser treinado por Hako, o mestre de guerra e Monge guerreiro de Rudgart, uma pequena província sob o domínio do rei Mark. Durante esse treinamento é descoberto que um antigo inimigo do rei, Spardian, está reunindo um grande exército para dominar o reino e matar o rei.

A história se resume na jornada do Monge Guerreiro e seu aprendiz em busca de derrotar o exército do Spardian antes que ele consiga se organizat totalmente e começar a guerra.

Esse mundo criado pelo Gabriel Edgar é bastante rico e possui as mais diversificadas criaturas, o que me foi bem interessante, apesar de o autor gostar de narrar os fatos em poucas e concisas palavras.

O livro é bastante curto, pouco mais de 140 páginas, por isso não existe muita explicação E isso me incomodou bastante, eu gosto quando o autor consegue nos fazer entrar na história e eu terminei o livro sem conhecer realmente nenhum personagem, sem me apegar ou realmente me importar com nenhum. Contudo, o autor escreve bem e consegue contar a história, mas infelizmente não me senti envolvida por ela em momento algum.

O livro possui também alguns erros de pontuação que me fizeram perder o fio da meada em determinados momentos, mas não atrapalhou no andamento da leitura.

E ele criou um mundo e não colocou um mapa no livro. Acho isso absurdo!! Se um autor cria um mundo novo tem que por um mapa no livro! Amo livro com mapa.


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