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Resenha: 4 de julho - James Patterson e Maxime Paetro





Lindsay Boxer é uma policial exemplar. Chefe do Departamento de Homicídios da Polícia de São Francisco, a tenente recebeu várias medalhas e menções honrosas durante seus 10 anos de serviço. Ao fim de um cansativo dia de trabalho, Lindsay se encontra com Claire Washburn e Cindy Thomas num bar. As três amigas compõem o Clube das Mulheres contra o Crime, grupo que tenta solucionar os casos ocorridos na cidade. Após alguns drinques, a tenente recebe uma ligação do inspetor Warren Jacobi. Ele acaba de localizar um veículo suspeito, visto na cena de um crime. Em poucos minutos Lindsay está no carro de Jacobi, cruzando a cidade na cola de um Mercedes preto. Depois de uma longa perseguição, a abordagem policial acaba fugindo do controle. Os dois adolescentes que estavam no carro reagem, descarregando suas armas contra a dupla de policiais. A tenente atira em legítima defesa, mas o resultado é uma menina morta e um garoto tetraplégico. Lindsay é acusada, entre outras coisas, de má conduta profissional e se vê num lugar que nunca imaginaria ocupar: o banco dos réus. Será o fim do Clube das Mulheres contra o Crime? A jovem advogada Yuki Castellano conseguirá provar a inocência da tenente? Enquanto aguarda o julgamento, Lindsay decide passar uma temporada em Half Moon Bay. Mas a pacata cidade vem sendo palco de crimes brutais e a polícia parece não fazer nada. Mesmo de licença e fora de sua jurisdição, a tenente resolve investigar os assassinatos, com a ajuda de Claire e Cindy. Para sua surpresa, ela encontra ligações entre aquelas mortes e um caso ocorrido 10 anos antes, que ainda é uma mancha em sua carreira. O Clube das Mulheres contra o Crime é uma das melhores séries de suspense de todos os tempos. Escrito de maneira ágil e envolvente, 4 de Julho comprova por que os livros de James Patterson sempre chegam ao topo das listas de mais vendidos nos países onde são publicados.

"4 de julho" foi escrito por James Patterson e Maxime Paetro, traduzido por Marcelo Mendes e publicado no Brasil em 2011 pela Editora Arqueiro. A obra é dividida em cinco partes e subdividida em 146 capítulos. O livro foi cedido ao blog em parceria com a Editora.

Esse livro é o primeiro que compõe a série "Clube das Mulheres contra o Crime". Nele conhecemos Lindsay Boxer, uma policial exemplar e chefe do Departamento de Homicídios da Polícia de São Francisco. 



A tenente recebeu várias medalhas e menções honrosas durante seus 10 anos de serviço. Ao fim de um cansativo dia de trabalho, Lindsay se encontra com Claire Washburn e Cindy Thomas num bar. As três amigas compõem o Clube das Mulheres contra o Crime, grupo que tenta solucionar os casos ocorridos na cidade. 

Após alguns drinques, a tenente recebe uma ligação do inspetor Warren Jacobi. Ele acaba de localizar um veículo suspeito, visto na cena de um crime. Em poucos minutos Lindsay está no carro de Jacobi, cruzando a cidade na cola de um Mercedes preto. 



Depois de uma longa perseguição, a abordagem policial acaba fugindo do controle. Os dois adolescentes que estavam no carro reagem, descarregando suas armas contra a dupla de policiais. 

A tenente atira em legítima defesa, mas o resultado é uma menina morta e um garoto tetraplégico. Lindsay é acusada, entre outras coisas, de má conduta profissional e se vê num lugar que nunca imaginaria ocupar: o banco dos réus. 


Enquanto aguarda o julgamento, Lindsay decide passar uma temporada em Half Moon Bay. Mas a pacata cidade vem sendo palco de crimes brutais e a polícia parece não fazer nada. Mesmo de licença e fora de sua jurisdição, a tenente resolve investigar os assassinatos, com a ajuda de Claire e Cindy. Para sua surpresa, ela encontra ligações entre aquelas mortes e um caso ocorrido 10 anos antes, que ainda é uma mancha em sua carreira. 

Há capítulos narrados em primeira pessoa (por Lindsay Boxer) e há outros narrados em terceira pessoa (visão dos assassinos). Os assassinos são misteriosamente chamados de Verdade, Guardião e Investigador. 



Eu sou amante do gênero policial. Já li inúmeras obras sobre o gênero, então, é meio frustrante quando me deparo com uma obra como "4 de julho" na qual vários elementos essenciais para que a obra seja maravilhosa foram deixados de lado.

Como, por exemplo, os inúmeros acontecimentos irrelevantes que são narrados. Simplesmente são fatos que enchem páginas, mas que não contribuem de maneira alguma com o desenvolver da trama. 



Os diálogos entre os personagens são muito pobres. E em cenas de ação, quase soam como piada diante da grandeza de outras obras policiais publicadas pela Arqueiro. Só que nesse ponto não sei dizer ao certo se quem pecou foram os autores ou a tradução.

Por conta dessa pobreza na narrativa e dos capítulos curtos, a leitura se torna fácil e fluída (até metade do livro), pois não exige do leitor grandes esforços. E, poxa vida, que coisa mais decepcionante!! O que eu mais amo em livros policiais é todo o esquema mental que tem que se formar em meu cérebro para que eu formule mil e uma hipóteses de solução para o caso.

A pitada de romance que o livro tem é bobo demais! Dá a impressão de se tratar de drama adolescente e, por vezes, chega a soar ridículo. 


Os fatos citados na obra são explorados superficialmente. Uma pena... Visto que isso é outro elemento que influencia fortemente no sucesso de uma obra policial. Além disso, a escrita é muito repetitiva. Novamente, não sei se isso foi erro de tradução ou de escrita dos autores.

Além disso, os personagens são supérfluos. A Lindsay, nossa protagonista, é MUITO chata. Meu deus! Quase dormia com tamanha chatice, hahaha. Também não poderia deixar de citar que me senti extremamente distante da personagem e com o passar do tempo comecei a ficar irritada com a leitura. Sabe aquele livro que você não vê a hora de acabar? Pois bem, ele acabou e eu me decepcionei ainda mais com o final.