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Resenha: o código Da Vinci - Dan Brown


Edição: 1
Editora: Sextante
ISBN: 8575421131
Ano: 2004
Páginas: 432
Tradutor: Celina Cavalcante Falck-Cook

Sinopse: um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso simbologista de Harvard, podem desvendar. Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica. Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando com perfeição os ingredientes de uma envolvente história de suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade. 
O livro "O código Da Vinci" foi o livro sorteado da minha TBR Jar de dezembro de 2014, clique aqui para conferir o post. O livro foi escrito por Dan Brown, traduzido por Celina Falck-Cook e publicado no Brasil em 2014 pela Editora Sextante. 

O código Da Vinci é um livro que envolve muito mistério e ação, pois seu maior objetivo é revelar o segredo que foi protegido por séculos por uma sociedade secreta.

A maior parte da história se passa na França, mais especificamente em Paris. A obra conta a história do professor Robert Langdon, prestigiado simbologista de Harvard, que vai até Paris para ministrar uma palestra sobre o assunto no qual é especialista.

Entretanto, o que era para ser uma noite comum revela um evento que acaba por dar início a todo o mistério que envolve a obra: um assassinato ocorre dentro do Museu do Louvre. A vítima do assassinato é Jacques Saunière, curador do museu e um dos líderes da sociedade secreta Priorado de Sião.

Minutos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem próxima ao seu corpo que somente o professor Langdon e Sophie Neveu, neta do curador, podem decifrar e revelar o verdadeiro sentido.

Dan Brown deixa claro no início do livro que apesar de se tratar de uma ficção, os fatos narrados por ele são de fato reais. Por esse motivo, o livro contém muitas explicações e se assemelha a uma aula de história - o que tornou a leitura muito cansativa para mim.

Não me levem a mal, eu AMO história! E eu compreendo a necessidade de tantas informações precisarem ser explicadas. Caso contrário fosse, a leitura só faria sentido para aqueles que possuem grande conhecimento acerca do Priorado de Sião, acerca de símbolos e outras coisas citadas por Dan Brown.

É indiscutível que o autor fez um belo trabalho ao trabalhar uma ficção em cima de fatos reais tão brilhantemente. A maioria das informações no livro agregam ao acervo de conhecimento do leitor grandes acontecimentos do nosso mundo! E isso deve ser levado em conta. Por exemplo, o que você pensa quando vê o símbolo do pentagrama? Adoração ao demônio? Ritual Satânico? Bom, acho que você vai ter que ler o livro para saber seu verdadeiro (e perdido ao longo do tempo) significado. =P

Todavia, tanta explicação soa como enrolação. A história se revela emocionante nos primeiros capítulos e à medida que se desenvolve, o leitor perde o encanto por conta de tantas páginas que poderiam ter sido resumidas.  Eu possuía altas expectativas acerca da obra, pois é um livro que reúne aclamadas críticas. Apesar de todo seu brilhantismo, “O código Da Vinci” não me conquistou.

"O código Da Vinci" foi escrito por Dan Brown, traduzido por Celina Falck-Cook e publicado no Brasil em 2014 pela Editora Sextante. O livro não possui orelhas - coisa que não gosto nas edições - e tem folhas amareladas. Possui prólogo, epílogo e 105 capítulos curtos. A diagramação é agradável e tem bom espaçamento, porém as letras são muito pequenas.









Até a próxima! :)

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